o cânone da música erudita ocidental é pequeno demais para nós dois, cara
hilário

Cresci com as histórias do meu pai, que cabulava aula para andar de barco no GuaÃba e andava sozinho pela cidade de bonde. Quando eu era criança imaginava algo próximo de um pequeno córrego. Junto comigo cresceu o rio. Aos poucos passei a pensar no GuaÃba um pouco maior, um riacho talvez. Ficava imaginando a sensação de liberdade que devia ser matar escola para ir para um rio. Tive rios, pés de jabuticaba, soros fisiológicos na geladeira, rede e maracujá no canivete, mas eu não era uma clandestina, estava sob aprovação. Meu pai era pra mim, portanto, um pirata que já tinha desbravado os 7 mares. E mesmo com tudo isso, nunca tinha pensado se tratar de um rio deste tamanho.

O Museu de Ciência e Tecnologia da Puc de Porto Alegre é muito, muito, muito bom.

Vale a visita e a viagem.

Milonga em quadrinhos © Elvira Vigna (aka a tia que fez um cafuné nesses dias difÃceis).
Cansada, com dor de ouvido, sinusite, dor de cabeça, dor de Varig, mas cheguei.
Rapidinhas:
1. O MCT-PUCRS é sensacional.
2. O GuaÃba é sempre lindo e sempre maior do que eu pensava.
3. A última vez em que fiquei offline por mais de 2 dias e por opção foi em 1998. A próxima agora, só em 2018. De bom tamanho.
4. Odeio admitir, mas eu senti saudades da Fiona também. Dos gatos, é claro, ça va sans dire.
5. Só mãe mesmo para aguentar uma dor de ouvidenta reclamenta engarrafada no trânsito da hora do rush da 23 de maio (merci!).