27 Setembro 2008

parabéns, Google!

10 anos e já conquistaram bem mais que a Oceania.

Né pra qualquer um, não.

Parabéns!

24 Setembro 2008

making of

Coloquei lá no Lagartixa algumas fotos de making of do meu trabalho.

Aos poucos vou colocando mais.

23 Setembro 2008

rock’n roll

Não tem de quê.

22 Setembro 2008

pinky!

Hohoho o meu plano de dominar o mundo está apenas começando.

Os sempre gentis Mauro Amaral e Humberto Oliveira me aguentaram mais uma vez no Fala Freela!

Conversar com os dois é tão divertido que a gente até esquece que está gravando, faz besteira, passa do limite de tempo, enfim, dá trabalho para o Mauro na edição.

Foi e é um prazer participar. Escuta lá.

22 Setembro 2008

o outro Hiro também manda bem

“Você não sai na sorveteria pedindo um sorvete de graça prometendo comprar um monte na próxima vez, certo? Nem pede pra cortar o cabelo de graça pra você fazer divulgação do salão. Nem pede pro marceneiro fazer um armário de graça para ele colocar no portfólio. Mas por que pedem isso pro desenhista? Por que ele não liga, desenha com paixão e faz rapidinho…na verdade estão fazendo um favor pra ele.

Acontece algo parecido com os médicos. Qualquer médico em uma festa é interpelado uma ou duas vezes por um gaiato que quer um diagnóstico na hora mostrando um furúnculo na bunda enquanto segura um copo de vinho. Já que está ali, vamos aproveitar. Mas pelo que eu sei, a maioria dos médicos já cortam o barato no meio. Dá o cartão e pedem pra passar amanhã no consultório.”

Hiro (o outro)

20 Setembro 2008

deVigner

Está surgindo na web um termo para explicar um tipo muito específico de profissional, o designer que desenvolve. É o deVigner, de developer+designer.

Juro que não foi criação minha, mas para alguém que é designer e desenvolve e ainda por cima se chama Vigna, é a glória, não é, não?

Hohoho, adorei.

Leia mais sobre o assunto no ChangeLog, o The Web Devigner ou na Heather Solomon.

18 Setembro 2008

emails

Recebi ontem a resposta a um email que enviei em fevereiro.

É sempre um alento saber que tem mais gente enrolada com email por aí.

16 Setembro 2008

Domínios

Registrar um domínio pode ser um processo exaustivo. Primeiro, a dúvida sobre que tipo de domínio usar. Depois a escolha do nome.

Sobre nome, a única coisa que posso dizer é que quanto mais curto, melhor.

Existem vários tipos de domínios diferentes (.com, .com.br, .org, .net, etc).

Para não acontecer de você registar aqui silva.com.br e o seu primo no norte registrar o mesmo silva.com.br, existe um órgão que controla esses nomes. Aqui no Brasil este órgão é a Fapesp. Então, todo domínio terminado em  “.br” é controlado por lá. Cada país tem o(s) seu(s) controlador(es).

O mais comum é o domínio ficar entre o de seu país e os dos Estados Unidos que, por ter sido o primeiro país a registrar domínios, é o único que não usa a extensão com a sigla do país (que seria .us). Então, quando você vir por aí um domínio sem denominação de país, já sabe: foi registrado nos Estados Unidos. Hoje em dia isso não quer dizer muita coisa. A internet é, justamente, uma quebra de fronteiras.

Na Itália, por exemplo, os domínios mais utilizados são os .it e por aí vai.

Cada país tem as suas regras de registro.

Aqui no Brasil, até bem pouco tempo, os domínios .com.br só podiam ser registrados por empresas. Hoje pessoas físicas já podem ter este tipo de nome (apesar de .com significar comercial). Muitos domínios são ainda .com puros justamente por esta restrição que existia, então as pessoas que não tinham empresas registravam o .com, ao invés do .com.br. Felizmente isso acabou.

Cada domínio tem um significado. Com é comercial, org é organização, etc. Isso também caiu um pouco em desuso e a relevância e a identidade do nome escolhido pesam muito mais que o seu sufixo.

Na hora de registrar é importante ter muito cuidado em não delegar isso para prestadores de serviço. Quem registra é o dono do nome. Se eu decidir (e conseguir, é claro) registrar algo como amazonia.com.br, passo a ser dona deste nome, independente de nunca sequer ter passado férias no estado.

Nos Estados Unidos o registro é muito confuso. Existem vários registradores e a maioria é ligada a provedores de hospedagem que ficam “segurando” o seu domínio para te obrigar a usar os serviços deles. O Roney, dono da i4B (onde está hospedada a Lagartixa), me indicou um registrador aqui no Brasil que cria domínios .com e afins, com a vantagem de não te obrigar a hospedar em A ou B provedor. Talvez existam outros registradores que prestem este serviço, eu apenas não os conheço. Para registrar domínios terminados em “.br” entre você mesmo na Fapesp e faça sozinho, isso vale apenas para domínios dos Estados Unidos, ok?

Aconselho veementemente a registrar o domínio aqui no Brasil. A centralização e a organização da Fapesp fazem valer a pena. Além disso é fácil e simples entrar, criar um ID para você, pesquisar o que você quer e criar o seu domínio. Eles são bem auto-explicativos e respondem o email de suporte.

Note que a minha recomendação é por causa da entidade controladora do registro e não por conta do sufixo do seu domínio.

Muitas pessoas defendem que a concorrência é salutar e que deveríamos seguir o modelo estado-unidense de registro. Sou radicalmente contra isso justamente por já ter sofrido com a desorganização e confusão dos registros norte-americanos. A tal concorrência muda centavos em um custo anual já baixo. Não vale a pena, honestamente.

Uma vez criado o seu ID na Fapesp e escolhido nome, chegou a hora de fazer o registro. Preencha os dados com calma e atenção. Na hora que perguntar os DNS você pode deixar em branco até saber esta informação do provedor que você escolher. Não tem problema algum colocar como “ID técnico” o que o provedor pedir para você. Eles só vão entrar lá e configurar os DNS, nada mais. Além disso, você pode a qualquer momento mudar isso novamente. Quem tem o controle sobre o seu domínio é você (digo, isso aqui no Brasil, lá fora é um parto que nem te conto).

Seja criativo com o nome que escolher mas não demais ao ponto de não fazer sentido para ninguém. Peça opiniões, pergunte para os amigos, essa é uma escolha que vai te acompanhar por um bom tempo.

15 Setembro 2008

hospedagem

Trabalho, entre outras coisas, com desenvolvimento e design de sites. Por conta disso, entro em contato com trezentos mil hospedeiros e toda hora me pedem opinião sobre A ou B serviço.

Antes, acho importante explicar algumas diferenças em conceito. Assim como em qualquer área, existem vários estilos de serviço. Por exemplo, você pode comprar alface pela internet, na feira, no mercado ou de várias outras maneiras. O mesmo acontece com internet. Se você quer um site digamos “orgânico”, precisa recorrer a um determinado tipo de fornecedor. Se você quer um site “pré-selecionado e lavado”, idem. Por aí vai. Os provedores de hospedagem são, antes de mais nada, provedores de serviços.

Dividi, de maneira absolutamente pessoal, os tipos de provedores.

Tipo I - Grande A Plus

Exemplos: os *.host da vida, a maioria nos Estados Unidos

Benefícios: preço e quantidade de recursos

Problemas: Você, se der sorte, é um número. Atendimento personalizado é um conceito que eles simplesmente não conseguem entender. O suporte é preparado para perguntas estúpidas e com isso normalmente fornece respostas que não te atendem (supondo que você não faça um pergunta estúpida, naturalmente).

Tipo II - Médios na metade no meio

Exemplos: provedores nacionais que anunciam em jornais, tv, etc.

Benefícios: planos interessantes com algum suporte.

Problemas: se a sua necessidade for de um atendimento mais criativo ou que alguém te sugira, por exemplo, uma solução para um problema seu de desenvolvimento (problema como em questão, e não algo-que-deu-errado), já era. O suporte existe, atende, resolve 90% dos problemas mas o atendimento não é personalizado.

Tipo III - Pequenos me chama pelo nome, meu bem.

Exemplos: provedores pequenos, muitas vezes de uma única pessoa

Benefícios: atendimento personalizado, você é tratado por e como um ser humano com quem você às vezes até encontra em um evento do meio e bate um papinho. O cara responde teus emails e pensa junto contigo em soluções para melhorar o seu negócio.

Problemas: são pequenos. Se tem um maremoto na China ou um tsunami em San Francisco e o CPD cai, você cai junto.

O tipo III se subdive em dois sub-grupos.

Tipo IIIa - eu sou fodão e tenho hardware

Benefícios: O hardware / CPD contratado é do provedor, então na hora em que precisa ir lá apertar parafuso, tudo é possível. Normalmente o ser humano responsável é técnicamente um deus, um tipo de ser superior  ubber-ninja da internet e muito provavelmente se ele não sabe a resposta de algo é porque a resposta não existe.

Problemas: Quem tem hardware dedicado está estatisticamente mais vulnerável do que o que subloca o hardware de alguém com toooda uma ilha computacional funcionando. Todos sabem que o responsável é um deus e os deuses são ocupados hoje em dia.

Tipo IIIb - pensar é o que há de mais legal nessa vida

Benefício: Atendimento ultra-personalizado e criativo. Como contrata/subloca o equipamento de provedores grandes (do tipo I), as chances de sair do ar são mínimas justamente porque contam com a estrutura dos grandões.

Problemas: Se o problema for muito grande, vai ficar dependendo do mesmo suporte inexistente descrito no Tipo I.

Eu costumo indicar para os meus clientes os provedores do tipo III mas os de tipo II também são ótimos. Só não recomendo que alguém menos que um “analista de sistemas especializado em servidores de acesso à internet” contrate provedores do tipo I.

15 Setembro 2008

Ruby

Confesso que deu até um gostinho saudosista.

Próximo passo, gem install sqlite3-ruby.

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