3 Outubro 2008

Lojinha

Abri aqui no vignamaru uma lojinha da Amazon.

Essa lojinha é um pouco diferente do que se vê normalmente por aí em sites porque eu escolhi a dedo tudo que coloquei ali. São todos, sem exceção, produtos que eu de fato recomendo (livros que li, dvds que vi, etc). Por isso mesmo tem poucos produtos. Não é algo automático ou um plugin que gere sugestões baseado em palavras-chave. Nada disso. Eu escolhi cada coisa que está ali (e que ainda vou colocar).

O esquema é assim: se você comprar pela minha lojinha, eu recebo um percentual da venda. A gente pode escolher dentre algumas opções e eu escolhi receber a minha comissão em crédito na própria Amazon (que é, na verdade, um grande negócio para eles). Tudo bem, não me importo, eu gosto de comprar livros lá mesmo. Eu ainda não sei direito de quanto é este percentual e nem se vai valer mesmo a pena, mas fica aí de teste por enquanto.

Então, é assim… Se você estiver procurando algo (especialmente livros) sobre design, webdesign, ilustração, animação ou fotografia, dá uma olhadinha lá e vê se tem algo que te agrade. Daí, se você for mesmo comprar e não fizer diferença para você, compre por aqui.

:)

3 Outubro 2008

Peixe fantástico

O Fantastik.com.br também está concorrendo ao Peixe Grande, em outra categoria.

Votem nos dois, please!

3 Outubro 2008

Peixe grande

O Aguarrás está concorrendo ao selo Peixe Grande, da mesma empresa que publica a revista Webdesign.

Agradeço desde já o seu voto. Para votar clique no peixe que aparece no canto esquerdo superior da primeira página do Aguarrás.

Merci!

3 Outubro 2008

eleições

Chico e Ney são reis. Eles sabem das coisas.

2 Outubro 2008

Index Librorum Prohibitorum

Nô mais, Musa, nô mais, que a Lira tenho
Destemperada e a voz enrouquecida,
E não do canto, mas de ver que venho
Cantar a gente surda e endurecida.
O favor com que mais se acende o engenho
Não no dá a pátria, não, que está metida
No gosto da cobiça e na rudeza
Düa austera, apagada e vil tristeza.
(Os Lusíadas, Canto X, 145)

Minha mãe, escrevendo sobre o barroco, conta que utilizamos 40% do vocabulário de um século atrás e portanto o estilo, em sua época, não era considerado tão excessivo como o é hoje.

Tenho cá minhas dúvidas. Vivemos hoje em um período nouveau barroco (não tem nouveau riche? então!) por conta da quantidade de informações que paradoxalmente convivem com a total ignorância imposta pela religião. Em plena Era do Conhecimento, nos deparamos diariamente com absurdos cometidos em nome da fé. Duvido que a quantidade e velocidade de dados simultâneos tenha sido superior em algum momento histórico. E, mesmo com toda essa informação, a humanidade está em um de seus momentos mais reacionários e imbecis.

Recentemente soube que um amigo poeta foi demitido por causa de seus poemas. Fico na dúvida se me irrito com o absurdo ou se me alegro com o poder da pena.

Enquanto faço aqui as minhas rotineiras trezentas coisas simultâneas e leio/estudo outras tantas fico esperando que a qualquer momento o Concílio de Trento publique um adendo à Sagrada Escritura classificando o CSS como pecado. Eu, que tenho três gatos, logo logo serei perseguida como bruxa, é só uma questão de tempo.

A religião é a maior prova de que Nelson Rodrigues estava certo sobre as maiorias.

A internet é a maior prova de que quantidade de informação não é sinônimo de conhecimento.

Ainda estou esperando um Velázquez ou pelo menos um Vermeer. Tudo bem, um Gregório de Matos e não se fala mais nisso.

em tempo: Camões cá está não por acaso ou por afeto, mas por ser justamente a sua morte que marca o início do barroco.

2 Outubro 2008

eleições

Chico é rei. Chico sabe das coisas. Chico para presidente.

1 Outubro 2008

sometimes i sits and thinks

sometimes i just sits

1 Outubro 2008

dever de casa

Dever de casa de filho, hoje: “Entre no site www.plenarinho.gov.br e…”

Eu sou do tempo em que as pesquisas escolares eram feitas com recortes de encartes de jornais. Zero saudosismo. Melhor assim.

29 Setembro 2008

Rodrigo

Cresci em uma rua de um único quarteirão, em Botafogo, no Rio de Janeiro, chamada Rodrigo de Brito. Brinquei na rua, andei de bicicleta pelo bairro e de carrinho de rolimã em ladeira. Joguei queimado na garagem, tentei (em vão, por falta de aptidão) jogar vôlei na rua. Brincávamos de polícia e ladrão pelo prédio todo, fazíamos piqueniques na escada e, entre mil outras brincadeiras de criança, fomos crescendo, paquerando, namorando. Fizemos festinhas americanas e da vassoura ou qualquer outra que desse um bom pretexto para nos reunirmos. Crescemos, alguns casaram, todos trabalham. São hoje adultos que me orgulho de conhecer há quase 40 anos. A turma se reencontrou no Orkut, criou uma comunidade e está marcando uma reunião. Vai ser memorável. E, pela primeira vez desde que nos mudamos para São Paulo, gostaria de estar no Rio.

28 Setembro 2008

sempre um prazer

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