A Estado da Arte foi considerada o melhor fornecedor de serviços de tradução/versão por um dos seus maiores clientes, a IBM.
Parabéns!
A Estado da Arte foi considerada o melhor fornecedor de serviços de tradução/versão por um dos seus maiores clientes, a IBM.
Parabéns!
O Roney uma vez disse que não há nada como a familiaridade do lugar onde crescemos. Confesso que fui ao Rio esperando um pouco dessa sensação. Especialmente por ter ficado magnificamente hospedada na casa da Marcinha, que fica muito perto de onde passei 30 anos.
Dra. Sandra Vigna me falou de memória celular, de reconhecermos como nosso o berço de nossos antepassados, o que talvez explique como me sinto tão bem em SP.
Os amigos. Os amigos, estes sim, são minha referência de berço.
A cidade apenas me pareceu um bairro 6 horas distante, de um mesmo bolo, de uma mesma massa cinzenta.
Quando moramos nos EEUU, tive imensa saudade do Rio. Estávamos, sob o meu ponto de vista é claro, em um lugar estranho, sem referências, sem passado. Sem a nossa cultura.
Hoje olho com profunda estranheza a divisão político-administrativa do mundo.

Meus móveis antigos ficaram com os meus pais. Eram grandes demais para a minha nova casa e perfeitos para a deles. Isso devolve à casa deles uma familiaridade que eu não encontrava no último apartamento.

E tem também meu irmão, que cresceu e olha já com os olhos de quem saiu.
Muito bom.
No ônibus tinha uma criança mal-educada acompanhada de um pai que falava alto, o tempo todo, no celular (e errava em concordância, do calibre de nóis vai). Atrás de nós, duas senhoras que certamente mataram a cortina do banheiro para vestir estimulavam o pentelho mirim. O filme foi O Paciente Inglês no último volume. Entrou um colega do motorista que ficou ao seu lado conversando a altos brados sobre, claro, futebol. E eu fazendo contas de quanto tempo precisaria sangrar para me livrar do sofrimento se cortasse os pulsos. O Dramin não deu nem pra saída.
O Bruno Fujii, do Illustplosion, me enviou um simpaticíssimo email contando que o seu site está atualizado e cheio de coisas novas e suculentas no portfolio. Bruno é ilustrador desses de dar inveja na gente e com certeza merece sua visita com calma e tempo para apreciar tudinho, tudinho.
Acho muito curioso, para dizer o mínimo, dias como este, da Consciência Negra, da Mulher, Índio, ou o que for. Ter um dia significa não ter 364. Esse dia fazia mais sentido para mim quando ainda era o Zumbi dos Palmares. De toda forma, fica aqui um beijo para todos os meus amigos queridos, especialmente para os colegas capoeiristas que, assim como eu, fazem questão de manter nossa história viva.
Maculêlê
Sou eu Maculêlê
Sou eu, sou eu,
Sou eu, Maculêlê, sou eu
Sou eu, sou eu,
Sou eu, Maculêlê, sou eu
Nos viemos do Mato Grosso
Somos açucenas da Mata Real
Sou eu, sou eu,
Sou eu, Maculêlê, sou eu
Maculêlê no canavial
O lê lê maculêlê, ora vamos vadia.
O lê lê Maculêlê, là no canavial.
O lê lê maculêlê, ora vamos vadia.
O lê lê Maculêlê, là no canavial.
Tindolêlê auê cauiza
Tindolêlê auê cauiza
Tindolêlê sangue real
Eu sou filho
Eu sou neto de Aruanda
Tindolêlê auê cauiza
Tindolêlê auê cauiza
Tindolêlê sangue real
Eu sou filho
Eu sou neto de Aruanda
Tindolêlê auê cauiza
Eu vim na hora é
Eu vim na hora é
Eu vim na hora
Eu vim na hora é
Eu sou de angola
Eu vim na hora é
Eu vim na hora
Eu vim na hora é
Eu sou de angola
Vamos todos a louvar
A nossa nação brasileira
Salve Zumbi dos Palmares ora meu Deus
que nos livrou do cativeiro
Vamos todos a louvar
A nossa nação brasileira
Salve Zumbi dos Palmares ora meu Deus
que nos livrou do cativeiro
Boa noite, meu nome é Carolina e eu sou cafélotra.
O Starbucks, que já tinha me conquistado pela variedade de grãos e possibilidade de tamanhos razoáveis de copos, hoje completou de vez a fidelização do Cliente.
Shopping Eldorado, São Paulo, Starbucks, 19 de novembro de 2007, 21 horas. Sem qualquer ajuda, sozinha, sem desculpa, sem perdão, derrubei café quente em uma área de aproximadamente 30 kilômetros quadrados.
O atendente Paulo, santo homem, não apenas lidou com o caos com toda classe, como se mostrou preocupado com as minhas possíveis queimaduras de vigésimo grau por conta da temperatura do líquido, e, não satisfeito, ainda me deu um outro café como cortesia, resolvendo tudo em uma velocidade surpreendente.
Tudo bem que fizemos uma compra grande, com direito ao Kenya, moído na hora para a prensa francesa que temos em casa, mas ainda assim os atendentes foram além do esperado.
A vergonha do desastre ambiental passou mais rápido graças aos sofás confortáveis e música boa, daquele tipo que a gente vai afundando, afundando, e esquece da vida (e da falta de jeito).