Rio
O Roney uma vez disse que não há nada como a familiaridade do lugar onde crescemos. Confesso que fui ao Rio esperando um pouco dessa sensação. Especialmente por ter ficado magnificamente hospedada na casa da Marcinha, que fica muito perto de onde passei 30 anos.
Dra. Sandra Vigna me falou de memória celular, de reconhecermos como nosso o berço de nossos antepassados, o que talvez explique como me sinto tão bem em SP.
Os amigos. Os amigos, estes sim, são minha referência de berço.
A cidade apenas me pareceu um bairro 6 horas distante, de um mesmo bolo, de uma mesma massa cinzenta.
Quando moramos nos EEUU, tive imensa saudade do Rio. Estávamos, sob o meu ponto de vista é claro, em um lugar estranho, sem referências, sem passado. Sem a nossa cultura.
Hoje olho com profunda estranheza a divisão polÃtico-administrativa do mundo.







