Botânico
Hoje fizemos um pique-nique no Jardim Botânico. Não estranhe, amigo carioca, o Ibama daqui deve ser diferente do daÃ. Aqui não apenas é permitido pique-niques como dentro do parque tem um restaurante a quilo e existe uma área chamada “jardim dos sentidos” onde os visitantes são estimulados a cheirar e tocar as plantas.
Assim como o do Rio, o parque é limpo e bem organizado mas o ingresso é bem mais barato e o parque ocupa uma área bem maior. Três pratas para adultos e crianças até 10 anos não pagam. Fecha cedo, à s 17 horas, o que é uma pena. Tem orquidário e herbário. Tem vários pontos de água potável fresca. Muitos bancos para sentar, lago com patos, roda d’água e seguranças educados por todo canto. Tem estacionamento, que custa 5 pratas pro dia todo. Tem banheiros limpos, fraldário, sorvete e o restaurante aceita cartão de débito e de crédito. Tem também o “cantinho da leitura”, com vários livros para as crianças. Tem também o museu de botânica onde fotos são permitidas e a entrada é gratuita. Tudo tem placa e explicação.
Hoje assistimos a um resgate. Lá pelas tantas percebemos (ok, o Alê percebeu, eu estava distraÃda) uma movimentação de 3 guardas florestais do parque e ouvimos algo sobre um passarinho. Resolvemos seguir o grupo.
Chegando na nascente do riacho do Ipiranga vimos um passarinho caÃdo (ok, o Alê viu, eu estava distraÃda). Um dos guardas saiu do confortável pier onde estávamos, pegou o bichinho e, depois de tranquilizar os visitantes aflitos, o levou para o veterinário do Jardim Zoológico, que é logo ali do lado. Era um sabiá-laranjeira, rapidamente reconhecido pelo rapaz que, a julgar pela rapidez e eficiência do resgate, sabia muito bem o que estava fazendo.
Infelizmente foi minha primeira experiência com este celular e as imagens estavam mal configuradas e ficaram pequenas além de ruins. A sequência segue abaixo.
o pique-nique

o resgate





o museu



o cantinho de leitura

imagens do parque














Vamos virar fregueses.







